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Rosto Solidário em Barcelona a “Virar a Maré”!

Entre 14 e 19 de novembro a Rosto Solidário esteve em Barcelona a participar na atividade de construção de parcerias TTT: Turning The Tide. Esta atividade, liderada pela Asociación Mundus, envolveu dezasseis organizações não-governamentais (Itália, Alemanha, Turquia, Letónia, Bulgária, Áustria, Polónia, Macedónia, Finlândia, Portugal e Espanha) e quatro Municípios de Espanha e Portugal (El Prat, Santa Coloma, Sabadell e Santa Maria da Feira).

O TTT teve o seu foco na temática dos refugiados, promovendo a reflexão e a partilha de boas práticas sobre políticas locais de acolhimento e integração e ainda, o desenvolvimento de estratégias futuras de cooperação nesta temática, sobretudo através do planeamento de projetos internacionais tais como parcerias estratégicas, iniciativas internacionais de juventude ou projetos KA1 destinados a jovens migrantes.

Importa recordar, fundamentando ao mesmo tempo a pertinência da atividade, que 2015 foi um ano agridoce para a União Europeia. Por um lado celebrou o Ano Europeu para o Desenvolvimento, onde consolidou a importância da sua ação externa e do seu papel não só na Europa mas no mundo. Foi o ano limite para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio acordados em 2000. Foi também o ano em que a comunidade internacional concordou num esforço global para a erradicação da pobreza e para o desenvolvimento sustentável.

Contudo, o ano 2015 foi marcado por acontecimentos negativos. Uma onda histórica de migrantes vindos do Médio Oriente e do Norte de África, escapando à pobreza e à violência assolou a Europa. Milhares de pessoas à procura de melhores condições de vida, segurança e oportunidades. Em dezembro de 2015, a Alemanha já tinha atingido um milhão de pedidos de asilo, quando o total da União Europeia rondava os dois milhões. Segundo a Agência das Nações Unidas para as Migrações estima-se que 3772 pessoas morreram no mediterrâneo ao tentarem chegar à Europa, o que faz de 2015 o ano mais mortífero de sempre.

Assim, a atividade TTT constituiu um primeiro passo de um importante caminho pela integração e inclusão de jovens migrantes (refugiados, requerentes de asilo, migrantes económicos).

 

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